FRATURA INSTÁVEL DO ANEL PÉLVICO EM PACIENTE PEDIÁTRICO VÍTIMA DE POLITRAUMA
CASO COM EVOLUÇÃO PROLONGADA
DOI:
https://doi.org/10.61443/rto.v26i2.515Palavras-chave:
Fraturas pélvicas, Politraumatismo, Criança, Fixação externa, OsteomieliteResumo
As fraturas instáveis do anel pélvico em pacientes pediátricos são raras e geralmente associadas a mecanismos de alta energia, apresentando elevada morbidade devido à frequência de lesões associadas. Relata-se o caso de um paciente pediátrico vítima de atropelamento por caminhão, admitido com fratura instável do anel pélvico em padrão de livro aberto, associada a fratura-luxação sacroilíaca bilateral e extensas lesões de partes moles. O tratamento foi conduzido de forma escalonada, com estabilização inicial, fixação definitiva, múltiplos tempos cirúrgicos para controle infeccioso, desbridamentos seriados, terapia por pressão negativa e enxertia cutânea. O paciente apresentou evolução favorável, com estabilidade pélvica, controle do processo infeccioso e adequada recuperação clínica.
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